1. "Som simples, guitarras, baixo, bateria e vozes. Ninguém precisa de mais frescura!", é o que diz na descrição da página da Vulgar Gods, banda criada em 2011. Mas acompanhar detalhadamente a rotina de uma banda não é tarefa tão fácil assim. Estive com a banda em Maringá durante o fim de semana para participar como fotógrafa (e cantora) no show que aconteceu sábado (21), no Kubitschek Bar, juntamente da banda No Crowd Surfing. 
    Nem sempre o que uma banda espera de um show, é o que se encontra realmente na hora em que os amplificadores são ligados e o primeiro acorde é tocado. Uma bela pérola vinda diretamente do baterista Gabriel Pelegrino descreve bem a situação de alguns pós-show pelos quais já passou. “Foi tipo meter por 50 minutos sem gozar”, ele diz com a feição indignada. Entre uma conversa ou outra, experiências são trocadas de uma forma singular, onde os integrantes abusam de piadas desbocadas, sem pudor e sempre com ar de deboche. Mesmo sendo originados em uma cidade onde o que prevalece são os covers, a Vulgar Gods ainda assim se destaca com suas letras e melodias saídas diretamente da mente brilhante do vocalista Vinícius Carneiro Gouveia (ou “bird”, para os mais chegados) e do guitarrista Guilherme Hoewell. Logo em seguida, o baixista e último membro a finalmente fazer parte da banda, Thiago Ruas, que traz sempre consigo em cada ensaio uma long neck de Desperados e histórias peculiares sobre suas aventuras casuais.
    Pois bem, o resto do discurso fica por conta dos registros fotográficos.
    E a outra parte de tudo o que eu disse, fica aqui:
    https://soundcloud.com/vulgargods


    Thais Vicente

     
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  9. VULGAR GODS - MARINGÁ (21/06)

     
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